Foto de alunos do Grupo de Referência do Projeto Guride Santos na praia levantando seus instrumentos

Cursos Oferecidos

O modelo C(L)A(S)P, adotado pelo Projeto Guri, foi desenvolvido pelo educador inglês Keith Swanwick, um dos principais nomes do ensino musical da atualidade. Estrutura-se sobre três pilares principais para promover o envolvimento ativo do aluno com a música, que são: composição, improvisação ou arranjo; performance (instrumental ou vocal) e apreciação (audição e escuta ativa) musical. Estas atividades englobam o domínio de habilidades técnicas, da linguagem escrita musical e o desenvolvimento da percepção e expressão dos alunos, tendo em vista a fluência musical desde o início da aprendizagem.

A sigla C(L)A(S)P demonstra o fazer musical ativo na reunião destas atividades, entre as quais as habilidades técnicas (em inglês, skills) e a literatura são representadas entre parênteses por servirem de apoio aos principais pilares: Composição, Apreciação e Performance. Um dos princípios do modelo C(L)A(S)P é a realização integrada dessas atividades, para que o conhecimento seja adquirido e vivenciado pelo aluno de forma ativa.

Seguindo isso, o Projeto Guri criou a disciplina “Fundamentos da Música”, como opção extra para os alunos matriculados em um dos cursos de instrumento e/ou canto coral dos Polos Regionais. Com esta disciplina, o aluno tem acesso a conceitos básicos utilizados no fazer musical ativo, por meio de atividades educacionais e lúdicas. Além de Composição, Apreciação e Performance, outros três termos são usados: “materiais”, “expressão” e “forma”. “Materiais” se referem à percepção aural e o controle dos sons. “Expressão” é o caráter expressivo das frases demonstrado por meio das escolhas de tempo, intensidade, dinâmicas e articulações. “Forma” é a maneira como a música está organizada, a relação entre as frases, repetição, contraste, variação e transformação.

A seguir estão detalhados os cursos que são oferecidos no Projeto Guri:

Canto Coral

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O coro parte do pressuposto de que todos podem participar e cantar. A voz é um dos instrumentos sonoros mais antigos e a prática do canto vem desde o Egito. Um coro pode ter várias formações: infantil, infanto-juvenil, juvenil, masculino, feminino, misto e da terceira idade. Pode ser classificado em naipes, incluindo sopranos (vozes agudas femininas), contraltos (vozes graves femininas), tenores (vozes agudas masculinas) e baixos (vozes graves masculinas). A partir do século XIX, o coro assumiu um caráter mais social, tornando-se aliado da educação musical por não requerer qualquer aquisição material. O repertório é formado por músicas escolhidas pelo grupo ou com a utilização de peças já existentes. O importante é a vontade de reunir as pessoas para cantar.

Coral Infantil

Coral juvenil


Cordas Dedilhadas

Bandolim

bandolimÉ um instrumento dotado geralmente de quatro cordas duplas, em sol2, ré3, lá3, mi4, como os violinos. A caixa de ressonância  tem forma de pera e fundo abaulado. Toca-se com palheta, e sua extensão é de aproximadamente três oitavas. O instrumento surgiu por volta do século XVIII e difundiu-se na Itália, onde surgiram os tipos napolitano, genovês, romano, siciliano, florentino e milanês. A diferença entre os vários tipos está no número e qualidade das cordas e, consequentemente, na afinação. O tipo predominante em todo o mundo é o napolitano.

Curiosidade: A música popular brasileira reservou para o bandolim os solos de um de seus gêneros instrumentais mais importantes, o chorinho.

Cavaco

projetoguri_cursos_cavaquinhoSempre esteve ligado às manifestações populares e folclóricas. É originário da Ilha da Madeira, antiga colônia portuguesa, quando era chamado de braguinho ou machete. Cavaco significa “restos de madeira”, mas ele se popularizou como cavaquinho, forma carinhosa de nomear o instrumento. Ainda hoje está ligado às canções populares e folclóricas, como samba, choro, forró e MPB. Sua sonoridade é aguda e, assim como o violão, pode ser utilizado em solos ou acompanhando outros instrumentos. A partir da década de 1950 passou a ser utilizado mais como instrumento solista. Apesar de ter alguma expressividade no Cabo Verde (ex-colônia portuguesa), e no Havaí (onde chama-se ukulele), somente no Brasil o cavaquinho está cada vez mais inserido na música popular.

Contrabaixo elétrico

contrabaixo-eletricoNos anos 50, o grande problema dos contrabaixistas era o transporte de seu instrumento, delicado (feito de madeira) e muito pesado. Até que no ano de 1951, o técnico em eletrônica chamado Leo Fender, inspirado na guitarra elétrica, criou o baixo elétrico. Batizado de Precision, ficou conhecido como Fender Bass. As vibrações nas cordas são reproduzidas com a ajuda de um amplificador.

Curiosidade: Geralmente os instrumentos musicais passam por longa evolução, até se tornarem os intrumentos modernos atuais. Esse não foi o caso do contrabaixo elétrico, que já “nasceu pronto”. Desde a sua concepção até os dias de hoje poucas mudanças significativas podem ser percebidas.

Guitarra

guitarraRickenbacker Electro Hawaiian é a bisavó das guitarras atuais, ela foi inspirada na guitarra havaiana, tocada no colo do músico, com um cilindro metálico ou de vidro, que deslizava sobre as cordas. O formato e a placa de alumínio no corpo lhe renderam o apelido de “frigideira”. Foi em 1931 que Rickenbacker começou a produzir as primeiras guitarras havaianas elétricas, que acabaram por contribuir para a criação da primeira guitarra elétrica maciça. A guitarra teve papel fundamental no rock e no jazz, porém, por sua versatilidade, aparece em diversas formações e estilos musicais.

Curiosidade: Na década de 40, inspirados por um violonista clássico que se apresentou em Salvador com um violão elétrico, os músicos baianos Osmar Macedo e Dodô Nascimento criaram o pau elétrico, usando um captador colocado numa peça de jacarandá.

Viola caipira

projetoguri_violacaipiraDerivada da vihuela, a viola caipira ganhou força na Península Ibérica (região de Portugal e Espanha) por conta das invasões mouras. De som agudo e melancólico, foi trazida ao Brasil pelos jesuítas nas primeiras expedições de colonização, durante a segunda metade do século XVI. Nessa época era utilizada no ensino de música religiosa e folclórica portuguesa para os índios, durante o processo de catequização. No Brasil, a viola caipira sofreu influência de diversas culturas e etnias, resultando em novos modos de tocar e ritmos típicos do nosso país, como o cururu, o cateretê e o recortado. Sempre muito utilizada na música de raiz e em orquestras de viola, atualmente está presente também em outros estilos musicais, como a MPB.

Violão

projetoguri_cursos_violaoA história do violão – um dos instrumentos mais difundidos em todo o mundo – tem início no século XVI na Espanha. Depois disso, passou por várias transformações até que, por volta de 1870, assumiu a forma atual por meio do trabalho do luthier Antonio Torres. Está presente em inúmeras culturas musicais, desde as mais diversas manifestações da música popular às salas de concerto. No Brasil, pela facilidade de adaptação a diferentes gêneros e estilos, o violão marca sua presença nas músicas do campo e da cidade (choro, samba, pagode, MPB, jazz). É um instrumento básico para a prática da música popular brasileira, utilizado como solista em bandas e orquestras. Seu som é intimista, com infinitas possibilidades de timbres e harmonias. Para quem se inicia na música, o violão é extremamente versátil.


Cordas Friccionadas

Cordas Agudas

Rabeca

A rabeca foi o primeiro instrumento melódico utilizado no forró, tendo-se notícias de sua utilização desde a Idade Média. É um instrumento de arco, precursor do violino. No Brasil, encontramos a rabeca de norte a sul, é tocada em manifestações populares e religiosas desde os tempos da colonização brasileira. Sua construção, a afinação e a maneira de tocar mudam conforme a região de origem.

De tom mais baixo que o do violino, tem um timbre fanhoso e percebido, geralmente, como tristonho. Existem rabecas de três, quatro, e mais raramente de cinco cordas. Podem ser de tripa ou aproveitadas de outros instrumentos como o cavaquinho, bandolim ou violão. Suas afinações variam de acordo com o rabequeiro.

No Projeto Guri o curso é ministrado em Ilha Comprida, litoral de São Paulo.

Viola

projetoguri_cursos_violaSurgiu aproximadamente em 1500 na Europa, na mesma época em que o violino. É semelhante a ele, embora maior e de som mais grave e aveludado. Originalmente estava ligada ao ambiente popular, utilizada por músicos ambulantes. Por volta de 1750, por conta da ascensão da burguesia urbana, este e os outros instrumentos da família do violino foram gradativamente incorporados às orquestras. Hoje, a viola é um instrumento de orquestra sinfônica e pode ser utilizada nos mais diversos grupos musicais.

Violino

projetoguri_cursos_violinoDesenvolveu-se a partir de uma série de instrumentos pré-barrocos. Seu formato atual surgiu aproximadamente em 1600. O primeiro de que se tem notícia foi construído pelo luthier italiano Gasparo da Saló. Caracterizado por gerar sons predominantemente agudos, o violino era utilizado nas canções barrocas, sobretudo na Itália e Alemanha, mas espalhou-se pela Europa. Hoje em dia está muito presente em orquestras barrocas ou sinfônicas, na música de câmara e também na música popular. Pode executar uma gama muito ampla de estilos e gêneros musicais, o que faz com que o instrumento tenha uma enorme variedade de repertório.

Cordas Graves

Contrabaixo acústico

projetoguri_cursos_contrabaixoacusticoO contrabaixo se destaca por seu som extremamente grave e, sobretudo, pelo seu tamanho incomum (aproximadamente 1,80 m de altura). Foi criado provavelmente na Itália, no final do século XVI e se desenvolveu até adquirir a forma atual. Costumava ser muito utilizado em rituais religiosos, antes de ser incorporado pelas músicas populares. Atualmente, o contrabaixo acústico está presente em apresentações de bandas sinfônicas, músicas populares, folclóricas e jazz. Por conta da potência sonora que seu grave alcança, há quem diga que o som do contrabaixo não deve ser ouvido, mas sentido.

Violoncelo

projetoguri_cursos_violonceloCriado em meados do século XVI, na Itália, cativa pela proximidade sonora que tem com a voz humana. Isto faz com que seja cada vez mais utilizado em composições de diversos gêneros musicais, como MPB, jazz, trilhas sonoras, música regional e até heavy metal. Com o compositor brasileiro Villa-Lobos foi criada a orquestra de violoncelos, existente no mundo até hoje. É um instrumento rico em efeitos, que apresenta ampla variedade em timbre e altura (variação do grave ao agudo). Cantores como Tom Jobim, Caetano Veloso e Bob McFerrin chegaram a produzir CDs em que o violoncelo se destaca, com a participação dos violoncelistas Yo Yo Ma e Jacques Morelenbaum.


Iniciação Musical

O objetivo do curso de iniciação musical é tornar o indivíduo sensível e receptivo ao fenômeno sonoro, além de desenvolver sua musicalidade, proporcionando as mais variadas vivências musicais possíveis. Com abordagem lúdica, visa fomentar o gosto pela música. Os recursos utilizados no curso são a canção, dança, percussão corporal, instrumentos de pequena percussão, instrumental Orff (desenvolvidos para uso infantil em sala de aula) e a flauta doce. O curso pretende também fixar bases musicais para o ensino vocal ou instrumental, por meio de atividades práticas de apreciação, execução e composição, baseadas na aquisição de habilidades técnicas elementares e na literatura.


Luteria

luteriaO curso de luteria do Guri visa proporcionar aos alunos a habilidade para construção e manutenção de instrumentos de cordas dedilhadas, como o violão e o cavaco, ampliando o conhecimento técnico sobre o funcionamento e características sonoras de cada instrumento. Além disso, é visto como uma oportunidade para ingresso neste campo profissional, que vem crescendo nos últimos anos.


Oficinas

Também oferecemos oficinas de Cajon, Jogos Musicais, Musicalização, Técnica Vocal e Viola Caipira.


Percussão e Bateria

Dentro da família da percussão há muitos instrumentos musicais, o que proporciona diversas possibilidades sonoras. Alguns instrumentos são harmônicos e melódicos, como o vibrafone e o tímpano. Outros não têm notas com som definido, caso do pandeiro e do triângulo.

Muitas vezes o repertório da percussão é capaz de definir nações ou características culturais regionais. Quando escutamos forró, nos lembramos do nordeste. Quando ouvimos samba, lembramos do Rio de Janeiro, e assim por diante. E o mais interessante: os instrumentos têm uso diversificado nas mais variadas formações e  estão  presentes  em  orquestras, grupos tradicionais,  bateria de escolas de samba, rodas de capoeira e muitas outras.


Sopros

Madeiras

Clarinete

projetoguri_clarinetePossivelmente descendente da charamela, instrumento bastante popular na Europa durante a Idade Média, o clarinete foi desenvolvido e aperfeiçoado nos séculos XVIII e XIX até chegar ao modelo atual. A partir de 1750 começou a fazer parte das orquestras. Atualmente tem sido muito utilizado na música contemporânea, folclórica e popular em todo o mundo. Ganhou popularidade com os jazzistas Benny Goodman e Artie Shaw, sendo também difundido pelas bandas militares. Versátil, apresenta inúmeras possibilidades sonoras devido à sua grande extensão, agilidade e variação de timbres. No Brasil, o clarinete está presente em choros, sambas, serestas e na MPB.

Flauta transversal

projetoguri_cursos_flautatransversalUm dos instrumentos mais antigos que se conhece, apareceu sob várias formas e tipos desde a época pré-histórica. Tem-se notícia de flautas de ossos de mamute que datam de 30 mil anos. Inicialmente era feita de materiais rústicos como o bambu, a cerâmica e a madeira, para depois passar a ser feita de metais como a prata, sendo algumas folheadas a ouro. Devido à sua versatilidade, a flauta está presente em composições eruditas, populares e folclóricas. Uma de suas características mais marcantes é o toque ágil, que permite a rápida execução de passagens sonoras. Seu som tipicamente agudo pode ser doce, delicado ou mais potente.

Oboé

oboe-362723_640Classificado como um aerofone, instrumento musical pelo qual o som é produzido principalmente pela vibração do ar, o oboé pertence ao naipe de Sopro, membro da família das madeiras. Possui um tubo de metal em formato cônico, produzido normalmente com madeiras de ébano ou jacarandá, além de palheta dupla, sua principal característica.

O oboé constitui por si só uma subfamília de instrumentos, que inclui o oboé soprano em Dó (o mais comumente encontrado), o oboé d’amore (um pouco mais grave, em Lá), o corne inglês (mais grave ainda, em Fá), além de outros que são bastante raros, como o oboé musette (ou oboé piccolo, em Fá, geralmente), oboé barítono e oboé baixo. O músico que toca o oboé é denominado oboísta.

Saxofone (alto e tenor)

Surgiuprojetoguri_cursos_saxofone em meados do século XIX, a partir da necessidade de um instrumento que criasse equilíbrio sonoro nas orquestras e bandas militares. Ao contrário da maioria dos instrumentos que têm origens em ossos (flautas) e chifres de animais (trompas), este foi concebido em 1846 por Adolphe Sax. Sua invenção foi incorporada e difundiu-se para outros países. Embora na Europa o sax esteja muito ligado às músicas de câmara e erudita, não costuma fazer parte das orquestras sinfônicas. No século XX, passou a ser fabricado nos Estados Unidos e tornou-se símbolo do jazz. No Brasil ele chegou pelas mãos de militares e religiosos e, no Rio de Janeiro, nossos compositores o “abrasileiraram”. Por sua versatilidade e expressividade, pode ser utilizado nos mais diversos estilos musicais e grupos instrumentais.

Metais

Eufônio

Eufônio/Bombardino

projetoguri_cursos_eufonioBombardino designa o instrumento também conhecido por eufônio, que quer dizer “soar bem”. Considera-se que o eufônio surgiu na Europa no século XVI e chegou ao Brasil por meio da colonização portuguesa e, principalmente, com os imigrantes italianos. Seu som é doce, aveludado e cheio. Está presente em bandas marciais e grupos religiosos, além de orquestras sinfônicas e grupos de música de câmara.

Trombone

projetoguri_cursos_tromboneO registro concreto que se tem da sua existência é a partir do século XVI, quando era chamado de sackbut, que literalmente quer dizer “puxe-empurre”. Desde então, não mudou muito seu formato. Atualmente o trombone está presente em diversas formações, como orquestras sinfônicas, bandas e big bands. Tem um som robusto e cheio, possibilitando interpretar passagens musicais melodiosas e, se necessário, tempestuosas. Um efeito sonoro muito interessante que produz chama-se glissando, quando o músico continua a soprar enquanto move o êmbolo (vara), escorregando de uma nota para outra.

Trompa

trompaChifres, presas de animais e conchas eram os instrumentos que antecederam a construção da trompa em metal. Composto por um tubo com certo comprimento, o principal ancestral da trompa moderna era passado em volta do ombro e desembocava em uma campana aberta, sendo usado para chamar a atenção e dar toques e sinais durante a caçada. O primeiro tipo de trompa a ser incorporado à orquestra nos fins do século XVII era muito semelhante ao acima descrito. O trompista moderno usa a mão esquerda para controlar as três válvulas rotativas. O instrumento é geralmente afinado em Fá e Sib, podendo mudar de uma afinação à outra por intermédio de uma quarta válvula rotativa acionada pelo polegar.

Curiosidade: O berrante, usado para conduzir a boiada, é um ancestral da trompa.

Trompete

projetoguri_cursos_trompeteO trompete como conhecemos hoje surgiu no final do século XVIII, mas os primeiros instrumentos datam de mais de dois mil anos. Uma das grandes transformações pelas quais passou foi a incorporação de três válvulas a pistão, o que deu ao instrumento a capacidade de executar composições diversas. No início do século XX, com o surgimento e a expansão do jazz, o trompete tornou-se muito popular, já que é um dos principais representantes deste estilo. Costuma estar presente em diversas formações, sejam orquestras sinfônicas, big bands, grupos de música popular, quintetos de metais, coretos de praça ou grupos de choro. De acordo com a situação, o trompete pode produzir sons ásperos, sinistros, brilhantes ou agressivos.

Tuba

tubaÉ o membro mais jovem da seção dos metais, tendo sido inventado por volta de 1820. A tuba é construída em diversos tamanhos e alturas, tem de três a cinco válvulas e executa as notas mais graves. O diâmetro interno, amplo e cônico, e o bocal com o formato de taça conferem à tuba um timbre redondo, cheio, rico e muito grave.

Curiosidade: O Sousafone é um tipo de tuba que é apoiada nos ombros e a campana direcionada para frente. Foi idealizado por John Philip Sousa, compositor norte-americano, considerado o Rei das Marchas, que necessitava de um instrumento capaz de produzir sons graves durante a marcha.


Teclas

Acordeon

accordion-389760_640O acordeom foi patenteado em 06 de maio de 1829 pelo alemão Friedrich Buschmann. O instrumento foi introduzido no Brasil por imigrantes alemães por volta de 1836, tendo chegado primeiro ao Rio Grande do Sul. Na segunda metade da década de 1860, chegou ao norte do país. A partir daí o acordeom tornou-se popular e passou a ser símbolo de status. Hoje existem três tipos básicos de acordeões, que são: o de teclados (gaita pianada), gaita-ponto (ou gaita-de-botão) e o bandoneon (de tamanho um pouco maior do que a gaita-ponto).

No Projeto Guri, disponibilizamos para o aprendizado dos alunos os acordeões de teclado e com 80 baixos. O objetivo do curso de acordeom é promover o desenvolvimento das habilidades de composição, execução e apreciação musical por meio de atividades que visem o desenvolvimento humano de cada aluno. Normalmente cada turma possui cerca de cinco alunos.

Teclado / Piano

teclasO curso de Teclado pretende desenvolver as habilidades específicas para a execução de músicas em piano ou teclado, por meio das atividades propostas por Maria de Lourdes Junqueira Gonçalves e Cacilda Borges Barbosa  nos volumes do livro Educação Musical Através do Teclado. Também pretende desenvolver as habilidades da audição crítica,  interpretação e criatividade, por meio de atividades lúdicas baseadas no modelo C(L)A(S)P, de Keith Swanwick.