Estratégia de retomada das atividades presenciais nos polos do Projeto Guri


Estudos para a retomada das atividades educacionais presenciais

Plano 1 

Diretrizes:

A retomada das aulas presenciais no Guri foi organizada de acordo com os procedimentos apontados no Protocolo de Segurança e Prevenção COVID 19 elaborado pela Sustenidos, e também nos moldes propostos pelo Governo do Estado no Plano SP que aponta diretrizes para a retomada de atividades econômicas no Estado e se dará em cinco fases progressivas.

Com base nestes indicadores propomos uma plano de retomada dividido em 5 fases onde, progressivamente, os(as) alunos(as) serão convidados(as) a voltar aos polos do Guri. A progressão de abertura de turmas proposta em cada fase levou em consideração a preservação do distanciamento entre as pessoas e a ocupação progressiva do polo.

As mudanças de fases deverão ser analisadas e propostas por cada Regional em consonância com cada município. Cada Regional deve acompanhar a progressão das medidas de flexibilização propostas por cada município, no que diz respeito a progressão ou regressão de cada fase. O monitoramento de permanência em cada uma destas cinco fases propostas para a retomada das atividades presenciais no Guri deve ser de no mínimo 14 dias, como recomendam as autoridades sanitárias.

Após a fase 5, as Regionais em acordo com os municípios poderão analisar a retomada integral de cada polo.

 

1. ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A RETOMADA DAS AULAS 

De acordo com o cronograma acordado com a SECEC, a princípio a retomada do 2º semestre se dará a partir de 10 de agosto, de maneira parcial e progressiva.

As práticas de conjunto/Ensaios estarão suspensas nesse período.

 

1.1 ORDEM DE RETORNO DAS TURMAS
As primeiras turmas convidadas a voltar aos polos serão, de preferência, as de nível avançado, em seguida as de nível intermediário e por fim as turmas iniciantes. Propomos esta ordem para contarmos com a experiência de alunos(as) mais velhos no cumprimento das regras de segurança para circulação e permanência nos polos.

 

1.2 FORMAS DE PERMANÊNCIA NOS POLOS
As turmas convidadas a retomar as aulas presenciais terão 45 minutos de aula durante todas as fases de progressão de abertura do polo.

Deve-se buscar utilizar as maiores e mais ventiladas salas do polo e até áreas externas.

Após cada aula, as salas devem ser arejadas.

Para evitarmos aglomeração de pessoas nas dependências do polo, cada turma, ou grupo de alunos(as) deverá aguardar, fora do polo, que a turma anterior saia do polo e aguardem para entrar somente no horário da aula.

 


1.3 OCUPAÇÃO DAS SALAS DE AULA E DIVISÃO DAS TURMAS

A fim de preservarmos o distanciamento mínimo de 2 metros entre alunos (as) e educadores(as) e dependendo do tamanho das salas de cada curso, as turmas precisarão ser divididas em 2, 3 ou 4 grupos.

Cada grupo de alunos(as) poderá vir a ter aulas semanais ou quinzenais, a depender da divisão feita entre cada turma considerando os parâmetros apontados para a mesma.

Os(as) alunos(as) deverão ser comunicados sobre a formação dos grupos e agenda de retomada das aulas, por meio dos Grupos de WhatsApp. 

 

1.4 UTILIZAÇAO DE INSTRUMENTOS DURANTE AS AULAS

Para evitarmos o compartilhamento de instrumentos durante todas as fases desta retomada, pedimos a todos(as) os(as) alunos(as) que tenham instrumentos em casa que, se possível, leve-os ao polo para a aula. Caso o aluno não tenha condição de levar seu instrumento, será disponibilizado um instrumento do polo para que o (a) aluno(a) faça a aula.

Durante este período será suspenso o projeto de Empréstimo de Instrumentos para que os mesmos fiquem disponibilizados para as aulas nos polos, contribuindo para que menos instrumentos sejam compartilhados entre os(as) alunos(as).

Orientamos ainda que os instrumentos que venham a ser compartilhados levem uma etiqueta de identificação com o(s) nome(s) de quem o estiver utilizando nas aulas.

Não recomendamos o compartilhamento dos instrumentos de teclas e sopros, em todas as fases, porque ainda não há procedimentos seguros de desinfecção. Portanto, os cursos de teclas e sopros, seguirão somente com uma turma por polo, de preferência as mais avançadas.

 

1.5 ENVIO DE ATIVIDADES 

Todas as turmas que ainda não foram convidadas a voltar presencialmente ao polo deverão receber atividades educacionais a distância semanalmente. Os(as) educadores(as) retomam o envio semanal de atividades aos seus grupos de alunos(as), por meio dos grupos de WhatsApp, tal como ocorria antes da redução de carga horária, no mês de abril.

Devido a diversos fatores, alguns (as) alunos(as) podem não conseguir retomar às aulas. Desta maneira, as turmas que retomarem as atividades presenciais, também deverão receber atividades musicais, a cada 15 dias, enviadas pelos grupos de WhatsApp. Os (as) educadores(as) poderão tanto elaborar novas atividades, como recorrer ao acervo/banco de dados.

Os(as) educadores(as) que tenham horário de Prática de Conjunto podem utilizá-lo para elaboração/seleção e envio de atividades à essas turmas.

 

1.6 PORTA- JÓIAS BANCO DE ATIVIDADES

A partir de todo o material elaborado pelos (as) educadores (as) durante os meses de abril, maio e junho, será organizado um grande banco de dados, com cerca de 40.000 atividades, selecionadas por categorias, para facilitação da busca. Este acervo será disponibilizado, no início do mês de agosto, a todos (as) os (as) educadores (as) da Sustenidos.

Os(as) educadores(as) poderão recorrer a este banco de atividades, ou ainda, elaborar novas propostas pedagógicas para encaminhá-las aos(às) alunos(as).

Novas atividades elaboradas deverão também passar a compor este Banco de Atividades.

 

1.7 A prática de conjunto/Ensaio para as turmas mais avançadas ficará suspensa neste período. 

 

2. PROGRESSÃO DE FASES 

Cada Regional deve acompanhar a progressão das medidas de flexibilização propostas por cada município, no que diz respeito a progressão, permanência ou regressão de cada fase. O monitoramento de permanência em cada uma destas cinco fases propostas para a retomada das atividades presenciais no Guri deve ser de no mínimo 14 dias, como recomendam as autoridades sanitárias.

 

2.1 Fase 1
Caso o município ainda não esteja em condições de abertura e retomada das aulas:

 

2.1.1 Todas as atividades educacionais se mantêm à distância. Educadores(as) o envio semanal de atividades aos seus grupos de alunos(as), por meio dos grupos de WhatsApp, tal como ocorria antes da redução de carga horária, no mês de abril.

 

2.1.3 Os(as) educadores(as) poderão recorrer ao Banco de Atividades, ou ainda, elaborar novas propostas pedagógicas para encaminhá-las aos(às) alunos(as).

2.2 Fase 2 

Nesta fase inicia-se a retomada gradativa de aulas presencias nos polos, que está prevista para iniciar em 08 de setembro. Caso algum município ainda não esteja na condição de abertura, seguir orientações da Fase 1.

2.2.1 A fim de estabelecermos o distanciamento mínimo de 2 metros entre alunos (as) e educadores(as) e dependendo do tamanho das salas de cada curso, as turmas precisarão ser divididas em 2, 3 ou 4 grupos, que poderão ser distribuídos nos horários de aula dessa turma, nos dois dias de aula, ao longo de uma ou duas semanas;

2.2.2 A fim de evitar grandes aglomerações, será escolhida uma única turma por polo, de preferência as turmas mais avançadas, dos seguintes cursos:

  1. Percussão
  2. Teclas (teclado, acordeom, piano)
  3. Cordas dedilhadas
  4. Luteria

Obs. Em polos que tenham outra formação, podem ser iniciados outros cursos, mantendo a abertura, de no máximo 4 cursos por polo.

2.2.3 Os demais cursos e turmas continuarão a receber atividades enviadas pelos(as) educadores (as) por meio do WhatsApp. Os (as) educadores(as) poderão tanto elaborar novas atividades, como recorrer ao acervo/banco de dados.

2.2.4. As turmas que retomarem as atividades presenciais, também deverão receber atividades musicais, a cada 15 dias, enviadas pelos grupos de WhatsApp.

Obs. Devem ser utilizados os horários de prática de conjunto para elaboração/seleção e envio de atividades à essas turmas.

2.2.5 Nesta fase, os instrumentos não serão compartilhados entre alunos (as).

2.2.6 Poderão ser utilizados instrumentos do Programa de Empréstimo para uso em sala de aula.   Por isso é necessário que haja um instrumento para cada aluno(a) e que cada instrumento do polo seja identificado com uma etiqueta que levará o nome do(a) aluno(a) que o utilizará com exclusividade.

2.2.7 Caso o polo funcione em dois períodos e tenha instrumentos suficientes para disponibilizar a todos (as) os (as) alunos(as) de duas turmas, poderá ser reaberta uma turma de manhã e uma à tarde, desde que os instrumentos sejam devidamente identificados e usados sempre pelos(as) mesmos(as) alunos (as), sem necessidade de compartilhamento. Caso contrário, escolher uma única turma de um dos períodos.

2.2.8 Nesta fase deve-se buscar utilizar as maiores e mais ventiladas salas do polo

2.3 Fase 3

Nesta fase prevê-se um fluxo um pouco maior de alunos (as) nos polos, pois será acrescido o contingente de novos cursos e turmas e também o compartilhamento de instrumentos, caso haja necessidade.

Preservar o distanciamento mínimo de 2 metros entre alunos (as) e educadores(as) e dependendo do tamanho das salas de cada curso, as turmas precisarão ser divididas em 2, 3 ou 4 grupos.

2.3.1 Além da continuidade dos cursos descritos na Fase 2 (turmas avançadas de Percussão, Teclas, Cordas dedilhadas e Luteria), darão início a retomada dos seguintes cursos:

  1. Friccionadas (cordas agudas e graves)
  2. Coral (Nas turmas de canto coral, o distanciamento entre cada alunos(a) deverá ser de 3 metros, e utilização de espaços amplos ou abertos é recomendada)
  3. Tecnologia da música

Obs. Em polos que tenham outra formação, podem ser iniciados outros cursos, mantendo a abertura, de aproximadamente, 3 ou 4 cursos por polo.

Deverá ser escolhida uma única turma desses cursos, de preferência as turmas mais avançadas.

 

2.3.2 Além dos cursos descritos acima, darão início mais uma turma, de preferência as turmas intermediárias, dos cursos de (Percussão, Cordas dedilhadas e Luteria).

Obs. Em polos que tenham outra formação, deverão ser iniciados as turmas intermediárias, dos cursos que tiveram início na Fase 2.

2.3.3 Os demais cursos e turmas continuarão a receber atividades semanais enviadas pelos(as) educadores (as) por meio do WhatsApp.

2.3.4 As turmas que retomarem as atividades presenciais, também deverão receber atividades musicais, a cada 15 dias, enviadas pelos grupos de WhatsApp.

2.3.5 Nesta fase, os instrumentos dos cursos descritos acima poderão ser compartilhados entre alunos (as) de turmas diferentes, seguindo os protocolos de limpeza destes cursos/instrumentos. Todavia, se possível, solicitem que os (as) alunos (as) que possuírem instrumentos os levem para a aula no polo. Caso o (a) aluno(a) não tenha condição de levar seu instrumento, será disponibilizado um instrumento do polo para que possa realizar as aulas.

Ainda assim, recomendamos que os instrumentos sejam identificados com uma etiqueta que levará o(s) nome(s) dos(as) alunos(as) que utilizarão cada um dos instrumentos.

2.4 Fase 4

Nesta fase prevê-se ainda mais fluxo de pessoas circulando pelos polos, com a retomada de mais cursos e turmas.

Preservar o distanciamento mínimo de 2 metros entre alunos (as) e educadores(as) e dependendo do tamanho das salas de cada curso, as turmas precisarão ser divididas em 2, 3 ou 4 grupos.

2.4.1 Além da continuidade dos cursos descritos na Fase 3, darão início a retomada dos seguintes cursos e turmas:

 

  1. Turmas iniciantes dos cursos de Percussão, Cordas dedilhadas e Luteria.
    Obs. Em polos que tenham outra formação, deverão ser iniciados as turmas iniciantes, dos cursos que tiveram início na Fase 2.
  1. Turmas intermediárias de Coral e Friccionadas e tecnologia da música; 
    Em polos que tenham outra formação, deverão ser iniciados as turmas intermediárias, dos cursos que tiveram início na Fase 3.
  1. Sopros (madeiras e metais):
  • Escolher uma turma por polo. De preferência, as turmas mais avançadas do polo. Deve-se obedecer a um distanciamento maior, de preferência, de 3 metros entre alunos(as) e educadores(as).
  • Se necessário, dividir as turmas em 2, 3 ou 4 grupos menores, dependendo do tamanho da sala, distribuindo-os, nos horários de aula dessa turma, nos dois dias de aula, ao longo de uma ou duas semanas;
  • Caso haja instrumentos de sopros sobressalentes, como advindos do Programa de Empréstimo, poderão ser iniciadas mais turmas de sopros, desde que sejam usados estritamente por um (a) único(a) aluno(a), sendo totalmente desaconselhável o compartilhamentos de instrumentos de sopros, porque ainda não há procedimentos seguros de desinfecção.
  • Dar preferência, se possível, para espaços maiores, bem ventilados, e até ao ar livre (com cobertura).

2.5 Fase 5

Nesta fase prevê-se a retomada de todos os cursos e turmas, todavia mantendo ainda o distanciamento, e a divisão das turmas, de acordo com o tamanho das salas.

Preservar o distanciamento mínimo de 2 metros entre alunos (as) e educadores(as) e dependendo do tamanho das salas de cada curso, as turmas precisarão ser divididas em 2, 3 ou 4 grupos.

 

2.5.1 Além da continuidade dos cursos descritos na Fase 4, darão início a retomada dos cursos de:

  1. Turmas iniciantes dos cursos de coral, friccionadas, tecnologia da músicaObs. Em polos que tenham outra formação, deverão ser iniciados as turmas iniciantes, dos cursos que tiveram início na Fase 3.
  1. Turmas de iniciação musical, Oficinas de Projetos e Fundamentos da música.

 

3. MEDIDAS DE HIGIENE E PROTEÇÃO

  1. Em todas as fases será obrigatório o uso de máscaras entre alunos(as), educadores(as), funcionários(as) e todos(as) os(as) frequentadores(as) que estiverem nas dependências do polo.
  1. Os (as) aluno (as) deve (m) higienizar as mãos, por pelo menos 20 segundos, antes de entrar em aula e antes de tocar os instrumentos. Pode-se usar água e sabão, bem como álcool gel.
  1. Os instrumentos e cases precisam ser limpos e desinfetados após cada aula, de acordo com o protocolo de cada curso/instrumento.
  1. Os (as) alunos (as) devem carregar apenas pasta e garrafa de água, para simplificar a quantidade de objetos a serem higienizados.
  1. Não compartilhar os instrumentos e acessórios durante o período da aula.
  1. Não compartilhar estantes de partituras e quando manuseá-las, borrifar ou passar um pano levemente umedecido com álcool etílico 70%

3.1 NAS AULAS DE CANTO CORAL

Os (as) alunos(as) de coral também devem fazer a aula usando máscara. Na medida do possível, utilizar uma nova máscara ao iniciar a aula de coral e ao término da aula, trocar por outra máscara limpa.

Obedecer a um distanciamento maior, de preferência, de 3 metros entre alunos(as) e educadores (as).

Dar preferência para espaços maiores, bem ventilados, e se possível, ao ar livre com cobertura.

3.2. Protocolo de desinfeção de instrumentos musicais  

Para a elaboração dos protocolos de desinfecção de instrumentos, a Sustenidos recorreu a dois experientes e renomados luthiers, Fabio Vanine e Luciano Alves, que, gentilmente, nos ajudaram na elaboração destes protocolos.

Por sua vez, Vanine também recorreu a outras fontes, e tomou por base as medidas sugeridas pelo CDC1 (Center for Desease Control and Preventions, EUA) e adaptadas pelo NFHS2(National Federation of State High School Associations, EUA) e NAfME3(National Association for Music Education, EUA) e adaptando-a às condições brasileiras, também considerando o que regulamentou e orientou a ANVISApara situações gerais, bem como as pesquisas da FIOCRUZpara sobre a sobrevivência do SARS-COV2 em diferentes superfícies.

Segundo Vanine, há que se fazer, de antemão, uma distinção entre esterilização e desinfecção, para que não se tenha dúvidas sobre a eficiência do método proposto abaixo. Não se trata de um protocolo de esterilização, pois, uma vez exposto a um ambiente não estéril, um objeto esterilizado previamente, perde esta condição. Trata-se, portanto, de uma orientação para desinfecção de objetos que serão compartilhados por alunos de música. Isso significa ações sugeridas para se diminuir ou retardar a transmissão do referido vírus, e que deverão ser somadas a outras práticas já conhecidas e, exaustivamente, difundidas nas principais mídias informativas. Portanto, não se descarta comportamentos de distanciamento social, limitação de número de alunos por evento letivo, controle das situações de aglomeração ou higienização dos ambientes.

Referências:

https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/community/disinfecting-building-facility.html

2 https://www.nfhs.org/articles/covid-19-instrument-cleaning-guidelines/

3https://www.nfhs.org/articles/covid-19-instrument-cleaning-guidelines/

4http://portal.anvisa.gov.br/documents/219201/4340788/SEI_ANVISA+-+0964813+-+Nota+T%C3%A9cnica.pdf/71c341ad-6eec-4b7f-b1e6-8d86d867e489

5https://portal.fiocruz.br/noticia/covid-19-informacoes-sobre-desinfeccao-e-limpeza-de-superficies-e-objetos

6http://cfq.org.br/wp-content/uploads/2020/05/020-05-04_cartilha-perguntas-e-respostas-CFQ-V2-baixa-3.pdf

 

3.2.1 NAS AULAS DE SOPROS

  1. Os (as) educadores (as) deverão entregar aos (às) alunos(as) um (ou mais) panos próprios (perfex) para enxugar os resíduos de vapor condensado no instrumento e para limpeza dos instrumentos. Após a limpeza dos instrumentos, ao final da aula, os (as) alunos(as) deverão colocar o(s) pano(s) em um saco plástico, para serem lavados com água e sabão em suas casas e trazê-los limpos na aula seguinte.
  1. Ao final da aula, borrifar álcool líquido 70 % nos instrumentos (por fora, em toda a superfície do instrumento, principalmente nos lugares de contato das mãos).  Pode-se borrifar em qualquer instrumento de sopro.
  1. As palhetas e boquilhas devem ser lavadas com detergente neutro, em água corrente. Não utilizar álcool.
  1. Nas presilhas/braçadeiras borrifar álcool líquido 70%.
  1. Nas correias borrifar álcool 70%.
  1. Nas cobre boquilhas borrifar solução de hipoclorito.

Solução de Hipoclorito: 25 ml de água sanitária com concentração de cloro ativo entre 2 e 2,5% para 1 litro de água. 25 ml corresponde a meio copinho descartável de café ou 5 colheres de chá. Obs. Nunca usar essa solução diretamente nos instrumentos. 

  1. Borrifar álcool líquido 70% nos bocais dos instrumentos de metais.
  1. Não compartilhar os instrumentos e acessórios durante o período da aula.

3.2.2 NAS AULAS DE CORDAS FRICCIONADAS E CORDAS DEDILHADAS

  1. Não é necessário uso de luvas, pois compromete o manuseio do arco ou digitação das cordas sobre a escala.
  1. Os (as) educadores (as) deverão entregar aos (às) alunos(as) um (ou mais) panos próprios (perfex) para limpeza dos instrumentos ao final de cada aula. Após a limpeza dos instrumentos, ao final da aula, os (as) alunos(as) deverão colocar o(s) pano(s) em um saco plástico, para serem lavados com água e sabão em suas casas e trazê-los limpos na aula seguinte.

 

  1. As queixeiras dos violinos e violas deverão ter atenção especial, pois tem contato direto com a face do músico: passar um pano levemente umedecido com solução de 0,5% de hipoclorito de sódio (presente na água sanitária – ver diluição abaixo), ou água e sabão detergente, com pano levemente umedecido, e aguardar a secagem natural. Não é necessário esfregar ou passar muitas vezes, mas apenas uma vez, leve e rapidamente.

Obs. Evitar o excesso, pois o hipoclorito pode manchar a roupa ou a peça, ou causar alguma irritação no pescoço do músico. O hipoclorito é muito volátil e, sobre a superfície, em alguns minutos evapora-se por completo.  Pode ser utilizado sobre as superfícies de madeiras dos instrumentos.

Solução de Hipoclorito: 25 ml de água sanitária com concentração de cloro ativo entre 2 e 2,5% para 1 litro de água. 25 ml corresponde a meio copinho descartável de café ou 5 colheres de chá. Obs. Nunca usar essa solução diretamente nos instrumentos. A eficiência desta solução dura por 24 horas.

 

  1. Sobre as cordas e espelho – ou escala (violinos, violas, violoncelos, contrabaixos e dedilhadas): Passar, levemente o pano umedecido com álcool etílico 70%. Não é necessário esfregar ou passar muitas vezes, mas apenas uma vez, leve e rapidamente.
  1. No corpo dos instrumentos: Passar o pano umedecido com álcool etílico 70%. Não é necessário esfregar ou passar muitas vezes, mas apenas uma vez, leve e rapidamente.

Obs. a maioria dos instrumentos de estudantes, de origem comercial e fabricadas em larga escala, tem verniz resistente a álcool 70% ou isopropílico. Se for o caso, fazer um teste antes com pano sob o espelho e ver se ocorre alguma mancha no brilho do verniz. Usá-los sob a forma liquida, e não em gel. Caso o verniz seja inerte ao desinfetante, pode-se passar nas regiões em que há contato com a pele, mas sempre levemente e sem esfregar. Uma passada é o suficiente.  No entanto, é uma medida que pode causar algum dano ao instrumento, se realizada sem o devido cuidado.

 

  1. Nos arcos:  Usar pano levemente umedecido com solução 0,5% de hipoclorito, apenas no talão e na região da vareta em que a mão se apoia. Não é necessário aplicar o produto na vareta toda e jamais na crina do arco.
  1. Nas tarraxas dos violões e contrabaixos e cravelhas dos instrumentos de arco: passar pano levemente umedecido com solução 0,5% de hipoclorito apenas na região do botão ou “pega”, pois um excesso pode danificar a engrenagem da tarraxa ou superfície de contato das cravelhas com a caixa de cravelhas.

Solução de Hipoclorito: 25 ml de água sanitária com concentração de cloro ativo entre 2 e 2,5% para 1 litro de água. 25 ml corresponde a meio copinho descartável de café ou 5 colheres de chá. Obs. Nunca usar essa solução diretamente nos instrumentos. A eficiência desta solução dura por 24 horas.

 

3.2.3 NAS AULAS DE TECLAS (acordeom, piano, teclados e amplificadores)

  1. Os (as) educadores (as) deverão entregar aos (às) alunos(as) um (ou mais) panos próprios (perfex) para limpeza dos instrumentos ao final de cada aula. Após a limpeza dos instrumentos, ao final da aula, os (as) alunos(as) deverão colocar o(s) pano(s) em um saco plástico, para serem lavados com água e sabão em suas casas e trazê-los limpos na aula seguinte.
  1. Passar levemente e sem esfregar o pano levemente umedecido com álcool etílico 70% ou com solução de água com detergente, nas teclas e baixos (do acordeom). Busque a limpeza de todas as teclas, e botões de preferência, um a um. Não esfregar o pano com muita força e nos teclados eletrônicos o pano deve estar levemente umedecido e nunca muito molhado. Tomar cuidado com os dispositivos eletrônicos. Os movimentos de limpeza devem sempre ser de dentro para fora, para que a sujeira não seja levada para a parte interna do teclado, o que é ainda pior.
  1. Limpe o fole do acordeom passando apenas um pano limpo e seco. Não deixe úmido o local.
  1. Nas correias borrifar álcool 70%.

Obs. Existem produtos que nunca devem ser utilizados, como panos muito ásperos, ou que soltem fiapos; Esponjas ou materiais abrasivos também devem ficar longe do teclado, pois eles eliminam o polimento das teclas e provocam muito desgaste.

Da mesma maneira, alvejantes, produtos para limpeza de móveis devem ser evitados. Além de agressivos, eles deixam resíduos que podem alterar o contato dos dedos com as teclas.

 

3.2.4 NAS AULAS DE PERCUSSÃO

  1. Na Fase 2, os(as) alunos(as) de percussão deverão ter seu próprio par de baquetas, caso não tenham, deverá ser disponibilizado um par de baquetas do polo, para cada aluno(a) identificando-as para que sejam usadas sempre pelos(as) mesmos (as) aluno(as). O (a) educador (a) deve ainda, estabelecer o uso de determinados instrumentos para cada aluno(a) naquela aula, para evitar o compartilhamento e o contato com instrumentos que tenham sido tocados pelas mãos de outras pessoas durante a aula
  1. Nas fases 3, 4 e 5, orientamos que os pares de baquetas que vierem a ser compartilhados, sejam desinfetados com um pano umedecido com álcool etílico 70% após o final da aula.
  1. Da mesma maneira, como descrita na Fase 2, o (a) educador (a) de percussão, deve ainda, estabelecer o uso de determinados instrumentos para cada aluno(a), para evitar o compartilhamento e o contato com instrumentos que tenham sido tocados pelas mãos de outras pessoas, durante a aula. A troca de instrumentos, deve ser realizada em um outro dia de aula.
  1. Realizar montagens ou movimentação de set ups quando necessário com distanciamento mínimo de 2 metros.
  1. Nos tambores de mão (pandeiros, congas, bongôs e atabaques), passar levemente e sem esfregar o pano levemente umedecido com álcool etílico 70%, principalmente nos locais de toque e no corpo dos instrumentos (casco das congas, tambores diversos).
  1. Nos teclados (marimba, vibrafone, xilofone, glockenspiel), passar, levemente o pano umedecido com álcool etílico 70%.  Desinfetar bem as teclas e os espaços entre elas e barras horizontais verticais.
  1. Nas baterias, evitar fazer mudanças de montagem e quando necessário desinfetar banco, ferragens, peles, pratos e tambores, passando um pano umedecido com álcool etílico 70%. Após regular ferragens para a altura ideal indicada no processo de aprendizado, realizar processo de desinfecção.
  1. Após a troca de peles, passar um pano umedecido com álcool etílico 70% ou solução de 0,5% de hipoclorito (água sanitária).

Solução de Hipoclorito: 25 ml de água sanitária com concentração de cloro ativo entre 2 e 2,5% para 1 litro de água. 25 ml corresponde a meio copinho descartável de café ou 5 colheres de chá. Obs. Nunca usar essa solução diretamente nos instrumentos. A eficiência desta solução dura por 24 horas.

 

3.2.5        – INICIAÇÃO MUSICAL, FUNDAMENTOS DA MÚSICA E OFICINAS

  1. Os (as) alunos(as) de iniciação também devem fazer a aula usando máscara.
  1. Obedecer a um distanciamento de 2 metros entre alunos(as) e educadores (as).
  1. Dar preferência para espaços maiores, bem ventilados.
  1. Flautas Doce, Flautas de Êmbolo, Apitos, Garrafas Sopradas – Somente devem ser tocadas pelos (as) educadores (as)

Obs. Quando utilizados, ao final da aula, borrifar álcool líquido 70 % nos             instrumentos (por fora, em toda a superfície do        instrumento, principalmente nos lugares de contato das mãos e boca).

 

  1. As baquetas que vierem a ser utilizados, devem ser desinfetados com um pano umedecido com álcool etílico 70% após o final da aula.
  1. Não compartilhar objetos sonoros, instrumentos, baquetas e acessórios durante o período da aula. O (a) educador (a) deve estabelecer o uso de determinados instrumentos para cada aluno(a), para evitar o compartilhamento e o contato com instrumentos que tenham sido tocados pelas mãos de outras pessoas, durante a aula. A troca de instrumentos, deve ser realizada em um outro dia de aula.
  1. Distribuir os instrumentos com distanciamento mínimo de 2 metros.
  1. Nos tambores de mão (pandeiros, congas, bongôs e atabaques), passar levemente e sem esfregar o pano levemente umedecido com álcool etílico 70%, principalmente nos locais de toque e no corpo dos instrumentos (casco das congas, tambores diversos).
  1. Nos teclados (xilofones, metalofones), passar levemente o pano umedecido com álcool etílico 70%.  Desinfetar bem as teclas e os espaços entre elas e barras horizontais verticais.

3.3  Nas capas e estojos de instrumentos:

  1. Não é necessário fazer higienização no ato de reabertura dos polos ou dos locais onde os instrumentos ficaram estocados durante a quarentena. A desinfecção preventiva só se faz necessária a partir do manuseio diário.
  1. A limpeza deve ser feita com álcool 70%, gel ou líquido, com uso de pano comum. Não usar soluções de hipoclorito, pois podem oxidar dobradiças e fechaduras e manchar os tecidos. Também não recomendamos o uso de solução com detergente requereriam um enxague posterior para retirar o detergente, o que é inviável para o uso cotidiano.
  1. Deixar as capas e estojos abertos e em locais ensolarados e arejados, sempre que possível, para secar bem e evitar e eliminar mofos e umidade.
  1. Os instrumentos poderão ser guardados nas capas e estojos após a desinfecção conforme as medidas anteriores.

 

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